Wicked: Parte II

Continuação do anterior “Wicked”, traz elementos que o público afim vai apreciar de modo positivo.

FICHA TÉCNICA

Título original: “Wicked: Parte II”
País de origem e ano: Estados Unidos, 2025
Duração: 2 horas 17 minutos
[Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos] Gênero: Musical/Fantasia
Direção: Jon M. Chu

Roteiro: Winnie Holzman, Dana Fox e Gregorie Maguire (romance)
Elenco: Cynthia Erivo, Ariana Grande, Jeff Goldblum, Michelle Yeoh e outros.
Fotografia: Alice Brooks
Edição: Myron Kerstein Música: John Powell e Stephen Schwartz – E departamento musical

Crédito da Imagem: Divulgação Universal Pictures

Esta segunda parte é continuação da realização produzida em 2024 com o título “Wicked” (malvado, perverso). Mas, antes disso, em 1939, houve um título já transformado em clássico do cinema: “O Mágico de Oz”, com uma história simples, personagens difíceis de esquecer e cenas com muito colorido, movimentação e musicalização dinâmica, envolvente.

O mencionado filme do ano passado foi baseado em um espetáculo musical teatral no afamado Broadway, de Nova Iorque. E continúa nesta ocasião, incluso com o mesmo diretor: Jon M. Chu. Traz personagens novos, se se considera o clássico “O Mágico de Oz”, onde apareciam a Bruxa Boa do Norte e a Bruxa Má do Oeste. Acontece que, sobre esta última, no recente musical se explica seu vínculo com os pais, o motivo de ter uma pele de cor verde etc.

Aquela Bruxa Boa se chamava Glinda e continua assim em “Wicked” e “Wicked: – Parte II”, com atuação de Ariana Grande em estes dois últimos casos. O papel da Bruxa Má pertence a Cynthia Erivo, também nestas duas partes. Também está o falsário Mágico de Oz (Jezz Goldblum), porém não aparece Dorothy, como protagonista, quem foi a muito famosa Judy Garland. Para concluir este breve listado, está uma mulher chamada Madame Morrible (Michelle Yeoh), tentando dirigir os acontecimentos.

No filme que nos ocupa, a Bruxa Má mente para o mágico e ameaça atacar a população da Cidade de Oz, onde se passa toda a ação. Há um certo pavor e o cenário, a música, figurino e toda a cena, resultam estridentes, quase histéricos.

Após idas e voltas, ambas bruxas fazem amizade e o curso da obra toma outros rumos. Toda a produção é praticamente absoluta. Os aspectos técnicos, antes enumerados resumidamente, são próprios de um “tanque” cinematográfico.

Basicamente, o público está diante de um conto de fadas, musicalizado, e que, certamente, será de seu agrado. Pode-se anticipar essa afirmação porque sabe-se de antemão o que procura, e é justamente isso que a obra lhe oferecerá.

Há alguns temas que estão nas entrelinhas: se diz que “o povo é tolo e acredita em tudo o que se diz”; não é bom julgar aos outros pelo seu aspecto ou condição física (por exemplo Elphaba, considerada a Bruxa Má, tem pele verde, não é bonita mas não é tão ruim assím, tem sentimentos nobres), aparece a paixão, a realização de sonhos, a felicidade, defesa dos animais, o valor da terra como lar, a verdade como algo no qual todos querem acreditar, o caráter negativo do ciúmes etc.

Wicked: Parte II pode ser resumido como um conto musical levado ao cinema, sendo uma superprodução que em vários momentos, divertirá e até poderá emocionar, para além de sua simplicidade.


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